Unknown - Guatemala Anthem Text
Album:
É pau, é pedra, é o fim do caminhoÉ um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol
É peroba do campo, é o nó da madeira
Caingá, candeia, é o Matita Pereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira
É o mistério profundo, é o queira ou n?o queira
É o vento ventando, é o fim da ladeira
É a viga, é o v?o, festa da cumeeira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira
É o pé, é o ch?o, é a marcha estradeira
Passarinho na m?o, pedra de atiradeira
É uma ave no céu, é uma ave no ch?o
É um regato, é uma fonte, é um pedaço de p?o
É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
É um estrepe, é um prego, é uma conta, é um conto
É uma ponta, é um ponto, é um pingo pingando
É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
É a luz da manh?, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma r?
É um resto de mato, na luz da manh?
S?o as águas de março fechando o ver?o
É a promessa de vida no teu coraç?o
É uma cobra, é um pau, é Jo?o, é José
É um espinho na m?o, é um corte no pé
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma r?
É um belo horizonte, é uma febre terç?
S?o as águas de março fechando o ver?o
É a promessa de vida no teu coraç?o
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